segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Eu sou Ozzy


Best seller mundial com as memórias de Ozzy Osbourne, um dos nomes mais importantes do rock, formador da banda Black Sabbath e pioneiro do gênero conhecido como Heavy Metal. Ozzy ajudou a moldar um estilo que, anos mais tarde, se tornaria conhecido no mundo todo e adorado por milhares de fãs. Além do impacto musical, sua personalidade carismática e desvairada foi responsável por sua popularidade. Nos anos loucos em que esteve à frente do Sabbath, Ozzy celebrizou-se pelo uso de drogas e um comportamento que resultou em sua saída da banda. Iniciou uma carreira solo bem-sucedida, também permeada pelos excessos. Após a morte trágica do guitarrista de sua banda e grande amigo Randy Rhoads, em um acidente de avião, Ozzy ganhou um pouco de juízo, sem perder o talento. Lançou discos que se tornaram clássicos e voltou a se reunir em algumas turnês com o Black Sabbath, recompondo sua formação original. Formou uma família tão feliz quanto insólita, o que rendeu o convite para um reality show na MTV, "The Osbournes". Nesta autobiografia, o "Madman" conta em detalhes e com muito humor sua trajetória de ladrão barato e desastrado e açougueiro ao sucesso musical. Excessos, escândalos, amor, diversão e rock - um caldeirão da pesada.

Autor: Ozzy Osbourne
Número de páginas: 416
Preço: R$ 39,90
Editora: Benvirá

Heavy Metal para ler


A história completa do Heavy Metal, o gênero que mudou os rumos da música, reflexo da sociedade contemporânea, com milhões de fãs pelo mundo. Fortemente influenciado pelo blues, surgiu no início da década de 1970 com a banda inglesa Black Sabbath, liderada por Ozzy Osbourne. Num cenário musical e cultural dominado pelos hippies e o lema "paz e amor", em meio a um contexto de guerras e conflitos sociais, o peso do heavy metal chegou para refletir a insatisfação contra uma época violenta e obscura. Dos primórdios até os desdobramentos do estilo, Heavy Metal conta tudo. Inclui listas dos melhores discos de cada década e das melhores músicas de cada subgênero (glam rock, death metal, metal melódico), datas importantes, segredos de bastidores. Enfim, a memória e o futuro do metal!

Autor: Ian Christie
496 páginas
Preço: R$ 49,90
Editora: ARX

Disco Inferno

Disco Inferno é nome de uma música da banda americana “The Trammps”, e faz parte da trilha sonora do filme “Saturday Night Fever” (Embalos de Sábado à Noite) estrelado por John Travolta em 1977. Essa música é deliciosamente dançante e infernizava as pistas de dança da época e fez muito sucesso. Essa trilha sonora tem vários sucessos da banda Bee Gees, como Stayin Alive, More Than A Woman, Neght Fever, How Deep Is Your Love.

O disco ainda traz outras bandas como Tavares, Kool & The Gang, K.C and The Sunshine Band entre outras. Trata- se de um álbum clássico que deve estar presente em qualquer coleção.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Elvis em quadrinhos

Biografia em quadrinhos do "Rei do Rock", a obra, organizada por Reinhard Kleist - autor de "Johnny Cash - uma biografia", sucesso de vendas da 8inverso em 2009 - e por Titus Ackermann, reúne alguns dos melhores quadrinhistas da atualidade na Alemanha.
ELVIS foi organizada como uma coleção de dez histórias curtas sobre a vida de Elvis Presley. Cada uma dessas histórias é assinada por grandes quadrinhistas alemães como Nic Klein, Uli Oesterle, Isabel Kreitz e Thomas von Kummant. Reinhard Kleist assina dois dos "episódios".
O livro funciona, assim, como uma vitrine do que há de melhor e mais atual na produção de quadrinhos de não-ficção na Alemanha - além de ser um livro obrigatório para os fãs e para os que desejam conhecer um pouco mais desse que é até hoje um dos mais emblemáticos artistas do século XX. Publicado na Alemanha em 2007,
ELVIS foi lançado naquele mesmo ano na França; na Holanda, foi publicado em abril de 2010. O livro chegará às livrarias brasileiras antes mesmo de receber uma versão em inglês na terra natal do cantor, os Estados Unidos da América.

Preço: R$ 63,00
Tradutor: Margit Neumann & Michael Korfmann
Nº Páginas: 128

Algumas ilustrações da HQ




quinta-feira, 22 de julho de 2010

Cactus para poucos, que conhecem...

Tudo começou em 1967 com o Vanilla Fudge, banda formada por Tim Bogart (baixo, vocais), Carmine Appice (bateria), Mark Stein (teclados, vocais) e Vince Martell (guitarra, vocais). Seu som era um pouco indefinido, pois mesclavam influências de música sinfônica e hard-rock ao mesmo tempo tanto em músicas próprias como versões (Eleanor Rigby dos Beatles por exemplo).


Depois de dois anos e um relativo sucesso nos EUA, brigas internas acabaram decretando o fim da banda. Bogart e Appice acabaram sendo convidados por Jeff Beck prá formarem uma superbanda ao lado dele e de Rod Stewart, porém nessa época Beck acabou sofrendo um acidente sério que o deixou fora de circulação por um bom tempo. Bogart e Appice não iriam aguentar ficar tanto tempo parados, e acabaram convidando o cantor Rusty Day, vindo do Amboy Dukes (banda de Ted Nugent) e o guitarrista Jim McCarty, que havia tocado no Mitch Ryder Detroit Wheels e no Buddy Miles Express. Com essa formação gravam seu clássico primeiro disco, intulado somente “Cactus”.


Com porradas bem rock’n’roll (Let me Swin/Feel so Good), “baladinhas” com pitadas levemente country (My lady from south of Detroit – homenagem à alguma “dama” da cidade natal de Rusty e McCarty) e covers inspiradíssimos (Parchman Farm de Mose Allison e You Can’t Judge a Book by the Cover de Willie Dixon).


Apesar de fazer um hard supervirtuoso a banda não consegue emplacar este disco, e em 1971 lançam mais dois álbuns: One Way… Or Another e Restrictions. Estes dois discos seguiam a fórmula do primeiro disco alternando petardos (Rock’n’Roll Children/Big Mama Boogie/Evil/Sweet Sixteen) à versões novamente inspiradíssimas (Long Tall Sally/Token Chokin’) e as inevitáveis baladinhas (Song for Aries/Alaska) tudo isto misturado com pitadas de boogie e country, resultando em mais dois grandes álbuns de hard-rock setentista. Porém, talvez devido à pouco repercussão destes álbuns na época, novamente brigas internas acabaram fazendo com que Rusty e Bogart saíssem da banda em 1972. Então foram chamados no vocal o cantor Peter French, egresso do Atomic Rooster, e mais dois músicos de Detroit, o tecladista Duane Hitchings e o guitarrista Werner Frittzchings. Com essa formação gravam mais um álbum, o “Ot’n’Sweaty”.

Fonte: http://murodoclassicrock.wordpress.com

domingo, 11 de julho de 2010

"Rolling Stone" desnuda fenômeno Lady Gaga


"Hoje é necessário quase dar um truque para fazer as pessoas escutarem alguma coisa inteligente”. A cantora norte-americana Lady Gaga conta essas e outras polêmicas sobre sua vida e carreira numa entrevista exclusiva à edição 46 da revista Rolling Stone Brasil (www.rollingstone.com.br), que chega as bancas dia 08 de julho em São Paulo e 15 de julho no restante do país.

Ícone do pop contemporâneo, Lady Gaga fala sobre o conturbado início de carreira, seu momento atual e tudo o que ajudou a ser a artista que é hoje. “Eu adoro os meus amigos e o meu passado, e foi isso quem fez quem eu sou”, afirma. Ela ainda se emociona ao falar do fim do relacionamento tempestuoso e passional que teve com um ex-namorado, o marco para sua transformação em Lady Gaga.

Demonstrando ser bastante sentimental, a cantora que está há quase 4 anos em turnê também falou sobre a grande amizade que tem hoje com o pai e a possibilidade de desenvolver Lúpus, uma rara e grave doença genética.

Confira algumas das frases da entrevista de Lady Gaga

“Lembro-me de estar no meu apartamento em Nova York com picadas de percevejo e baratas pelo chão. Eu percorri um longo caminho”

Ao empresário: “Estou ansiosa para tirar todos os meus discos de platina das paredes e abrir espaço para mais”

“Eu me sinto como qualquer outra garota insegura de 24 anos. Daí eu digo: ‘Sua louca, você é a Lady Gaga, pode se levantar e caminhar de cabeça erguida hoje!’”

“Durante toda a minha vida, meu pai ficou tentando esconder de mim que era um cara de verdade, e agora que eu tenho idade suficiente, somos os melhores amigos, porque ele simplesmente parou de tentar ser o pai”

“Não quero que as pessoas vejam que sou um ser humano no palco”

“Quando as pessoas acreditam em você, você tem a possibilidade de crescer”

“A música é uma mentira. A arte é uma mentira. Você precisa contar uma mentira tão maravilhosa que os seus fãs a transformam em verdade”

Fonte: www.bemparana.com.br