quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

A vida e a simplicidade de George Harrison


Após a separação dos Beatles, em 1970, ofuscado por anos por John Lennon e Paul McCartney, George Harrison lançou grande parte do material que havia acumulado e inicou sua carreira solo. O primeiro álbum de George foi um sucesso de crítica e de público. All Things Must Pass, de 1970, é considerado por muitos como o melhor disco de um ex-beatle e um dos melhores discos da história. O álbum era triplo (quando lançado em vinil), o primeiro álbum triplo da história do rock (que em CD, se tornou duplo). O álbum atingiu o primeiro posto das paradas de sucesso britânicas e norte-americana, incluía sucessos como as músicas My Sweet Lord, Isn’t It a Pity e What is Life. Anos mais tarde a canção My Sweet Lord, presente no álbum, lhe trouxe problemas devido a uma acusação de violação de direitos autorais. A canção era bem parecida com He's so Fine (single de 1963), do grupo The Chiffons. George negou a acusação, mas em 1976, foi condenado por ter subconcientemente plagiado a canção. As discussões sobre os pagmentos aos danos causados levaram o caso a ser continuado até os anos 90.

Durante este período, violando os preceitos éticos legais, o então empresário dos Beatles, Allen Klein, comprou a editora Bright Tune, dona dos direitos autorais de He's so Fine, e trocou de lado, entrando na justiça ntra Harrison -obviamente para poder capitalizar nos pagamentos dos danos que Harrison eventualmente teria que fazer a editora. Finalmente, anos depois, Harrison comprou os direitos de ambas canções, He's So Fine e My Sweet Lord. Quando o álbum foi remasterizado em CD, a música ganhou uma versão nova chamada "My Sweet Lord 2000".

Em 1971, pela primeira vez na história do rock, George Harrison organizou um show humanitário. O show aconteceu em 1 de agosto no Madison Square Gerden, em Nova York, reuniu cerca de 40.000 pessoas e contou com a participação de Eric Clapton, Ravi Shankar, Bob Dylan, Ringo Starr, Leon Russell, Billy Preston e o grupo Badfinger. Os outros ex-Beatles também foram chamados mas só Ringo Starr compareceu. Paul alegou ser muito cedo para reunir a banda novamente e John não compareceu porque o convite não se estendeu a sua esposa, Yoko Ono. O The Concert For Bangladesh foi feito com a finalidade de arrecadar fundos para refugiados de Bangladesh. Em 2005 o álbum foi relançado em CD e em DVD e as arrecadações foram doadas à Unicef.

De forma adicional ao seu próprio trabalho, Harrison escreveu duas canções para Ringo Starr, It Don't Come Easy e Photograph, incluídas no álbum Ringo, de 1973. Apareceu a seguir no álbum Imagine (1971), de John Lennon, assim como nas canções You're Breakin' My Heart de Harry Nilson, Day After Day de Badfinger, That's The Way God Planned It de Billy Preton e Basketball Jones de Cheech & Chong.

Seu próximo álbum se chamou Living in a Material World (1973) e fez sucesso com a canção Give me Love (Give me peace on Earth), segunda a atingir o primeiro lugar nas paradas de sucesso dos Estados Unidos, depois de My Sweet Lord.

Em 1974, George separou-se da sua primeira mulher, Pattie Boyd, que depois acabou tendo um romance com seu amigo Eric Clapton - que era apaixonado por ela havia muito tempo e chegou a escrever para ela a famosa canção Layla. No mesmo ano, ele lançou o álbum Dark Horse, que teve muitas críticas negativas. George iniciou sua primeira turnê e seus shows foram muito criticados por conter um longo número do artista Ravi Shankar e também porque George sofria de problemas vocais e sua voz apresentou-se falha. George também lançou seu selo, a Dark Horse Records. O selo começou a funcionar somente em 1976.

Extra Texture foi seu último álbum lançado pela Apple Records, em 1975. Foi um álbum para cumprir contrato com a gravadora. A canção You foi o sucesso do álbum, embora não tenha atingido o primeiro lugar nas paradas. O álbum chegou na posição 8 nas paradas de sucesso dos Estados Unidos.

Somente em 1976 é que George lançou um álbum pelo seu selo, a Dark Horse Records, 33 1/3. Na época George ficou doente com hepatite, o que fez com que ele mudasse a distribuidora do álbum da A&M Records para a Warner Bros Records pelo fato que a A&M Records queria que ele entregasse um novo álbum até junho e isso se tornou impossível com a doença. Para o álbum ele escreveu "This Song", canção que satirizava o caso de plágio de My sweet Lord. As canções This Song e Crackerbox Palace fizeram um certo sucesso e o álbum atingiu o décimo primeiro lugar nas paradas de sucesso dos Estados Unidos. A única promoção que George fez para o álbum foi se apresentar junto ao cantor Paul Simon no programa "Saturday Night Live" em 20 de novembro de 1976.

Em 1979, George lançou um álbum que tinha seu nome no título, George Harrison. O álbum trouxe um sucesso modesto com a canção Blow Away e atingiu o décimo sexto lugar nos Estados Unidos. No mesmo ano, George junto com um sócio, Denis O'Brian, lançou a produtora de filmes chamada Handmade Films. Com a Handmade foram produzidos, entre outros, os filmes A Vida de Brian (com o grupo Monty Python) e Shangai Surprise (com Madonna).

Biografia e “Gone Troppo”
Em 1980, ele escreveu uma autobiografia intitulada I Me Mine, onde falava pouco dos Beatles e mais de seus hobbies preferidos: corridas de Fórmula 1 e jardinagem. O livro inclui também letras de suas músicas e fotos raras. John Lennon, antes de morrer, declarou que ficou magoado com George por ter sido pouco mencionado em sua biografia.

Após o assassinato de John Lennon, em 1980, escreveu a canção All those years ago em sua homenagem e chamou Paul McCartney, Linda McCartney e Ringo Starr para participarem da gravação. A canção foi lançada no álbum de 1981, Somewhere in England e se tornou um sucesso, atingindo o segundo lugar nos Estados Unidos. Mas o álbum marcou um dos piores momentos da sua carreira. A Warner Bros. Records rejeitou quatro músicas (Tears of the World, Sat Singing, Lay His Head e Flying Hour).

Em 1982, George lançou o álbum Gone Troppo, considerado um de seus piores trabalhos, mas conseguiu fazer um pouco de sucesso com a canção Wake up My Love. Depois deste álbum, George ficou 5 anos sem gravar e deu prioridades a outros afazeres.

Em 1987, George lançou o álbum Cloud 9, que foi produzido por Jeff Lynne (Electric Light Orchestra). Depois de 5 anos, foi uma volta com reconhecimento de público e de crítica. George convidou mais uma vez alguns amigos para participar do álbum: Eric Clapton, Ringo Starr e Elton John, além do próprio Jeff Lynne. A canção I got my mind set on you, escrita por Rudy Clark na década de 60, atingiu o primeiro lugar nos Estados Unidos e segundo na Inglaterra. A canção When We Was Fab em referência aos Beatles conseguiu sucesso mais modesto. No video clip desta canção George aparerece junto com Ringo Starr e Paul McCartney, este fantasiado de leão marinho em homenagem às fantasias usadas no filme Magistral Myatery Tour. O álbum alcançou o posto de número 8 nas listas de sucessos dos Estados Unidos e o número 10 nas britânicas, dando a Harrison seu melhor resultado desde Living in the Material World.

Um anos depois de Cloud 9, ele formou um grupo com amigos. Os Traveling Wilburys tinha, além de George, Jeff Lynne, Bob Dylan, Roy Orbison e Tom Petty. Cada um participou da banda com um pseudônimo. Eles lançaram o disco Traveling Wilburys Vol.1 ainda em 1988.

No ano seguinte, foi lançada a coletânea Best of Dark Horse Years que trouxe ainda algumas canções inéditas: Poor Litte Girl, Cheer Down e Cockamamie Business.

Próximo do fim
No primeiro ano da nova década viria a luz o segundo álbum do Traveling Wilbury, Traveling Wilburys Vol. 3, apesar da morte de Roy Orbison em 1988. Como substituto, o grupo havia pensado em Del Shannon, mas em fevereiro de 1990 o músico se suicidou.

Em 1991, George iniciou uma turnê pelo Japão, acompanhado por Eric Clapton. O álbum com a turnê, Live in Japan, foi lançado em 1992. Foi seu segundo álbum ao vivo lançado e a primeira turnê feita em sua carreira solo desde a de 1974. Nesta turnê, diferentemente da de 74, foi incluída no repertório algumas composições clássicas da época dos Beatles além das da carreira solo.

Entre 1994 e 1996, empreendeu junto a Paul McCartney e Ringo Starr o projeto Anthology, incluindo a gravação de duas novas canções dos Beatles a partir de demos caseiros dos meados dos anos 70, onde John Lennon tocava piano e cantava. O projeto incluía entrevistas com os membros sobreviventes dos Beatles contando a história da banda. Em 1996, gravou e produziu junto a Carl Perkins a canção Distance Makes No Difference With Love para álbum dele, Go-Cat-Go.

A última aparição de Harrison na televisão teve lugar em 1997 para a promoção de Chants of India, em uma colaboração junto a seu amigo e músico hindu Ravi Shankar. No programa, Harrison interpretou, depois de que uma pessoa do público lhe pediu uma canção dos Beatles e ele respondeu “creio que não conheço nenhuma", a canção All Things Must Pass e Any Road, esta última só seria lançada em 2002 no seu álbum póstumo Brainwashed.

O fim
George faleceu dia 29 de novembro de 2001 em Los Angeles aos 58 anos de idade. Seu corpo foi cremado e alguns afirmam que suas cinzas jogadas no Rio Ganges embora a família não tenha oficialmente confirmado. Sua morte foi devido ao câncer que havia atingido ao cérebro. Após a sua morte, sua família emitiu um comunicado: "Abandonou este mundo como viveu: consciente de Deus, sem medo da morte e em paz, rodeado de familiares e amigos". Harrison costumava dizer: "Tudo pode esperar, menos a busca de Deus".


O álbum póstumo de George Harrison, Brainwashed, foi completado por seu filho Dhani Harrison e Jeff Lynne e lançado em 18 de novembro de 2002, recebendo positivas críticas e alcançando o posto 18 nas paradas de álbuns da Billboard.

A rádio de roqueiros

Enquete feita pelo blog da ART ROCK constatou que a rádio preferida dos roqueiros é a Kiss FM, com 60% dos votos. As outras rádios que participaram da enquete, a Mitsubish FM e a Brasil 2000 ficaram com 20% cada uma. A outra, Oi FM, não teve nenhum voto.

As rádios FMs (tecnicamente chamada de Frequência Modulada) sempre foram uma grande aliada do rock e dos roqueiros. Nos anos 80, a 97 FM levava ao ar clássicos do rock’n’roll para delírio de todos. Naquela época, não havia internet nem computadores como hoje, e a grande fonte de música era a rádio. Além disso, os LP’s sempre foram muito caros e não chegavam aqui no mesmo tempo em que eram lançados nos Estados Unidos ou Europa.

Com a entrada da 89 FM, o roqueiro ganhou uma nova opção. A 89 FM era uma simpática rádio que além de tocar os clássicos do rock, rolava também alguns Flash Backs, o que dava um diferencial à rádio.

Infelizmente, por razões de mercado, tanto a 89 FM como a 97FM não são, nem de longe, mais as mesmas; totalmente desconfiguradas do momento em que estrearam no ar.

Há ainda algumas críticas em relação às músicas dos anos 80 que a Kiss FM toca, mas não há como negar que mesmo sendo dos anos 80, também são clássicos. Algumas bandas como The Cure, The Smiths, R.E.M, The Mission, Sister of Murcy, e outras nessa linha fizeram muito sucesso e que até hoje vale a pena lembrar. Dos anos 90 há bandas que se fizeram clássicas como Peal Jam, Nirvana, Alice in Chance, Soundgarden, entre outras, que também podem ser consideradas clássicos do rock. Talvez não necessariamente a banda, mas alguns álbuns, sim. São clássicos da música pop/rock que precisam e merecem ser respeitadas. A Kiss FM resgata isso. Ainda bem!

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Novidades na ART ROCK

Amigos da ART ROCK! Nesta semana chegou mais uma remessa de CDs de ótima safra. Os melhores álbuns de algumas das melhores bandas. Destaque para Thin Lizzy, que há muito tempo não tínhamos esses álbuns, e um maravilhoso disco da banda inglesa The Gods. Confira:

Thin Lizzy – Jailbreak
Thin Lizzy – Renegate
Thin Lizzy – Chinatown
Thin Lizzy – Thunder and Lightining
Ten Years After – A Space In Time
UFO 1
UFO 2
The Gods – Genesis: 1968, lançado pelo selo alemão Repertoire com 4 bônus, um dos melhores CDs da loja. Raro.
Formação da banda:
- Ken Hensley/ keyboards, vocals
- Joe Konas/ guitars, vocals
- John Glascock/ bass, vocals
- Lee Kerslake/ drums, vocals
Curiosidade: o guitarrista Mick Taylor saiu da banda em 1967.
Free – Highway
Free – Fire and Water
King Crimson – King Crimson
Jeff Beck with Jan Hammer
John Lawton – Rebel/Zar (2 em 1)
Bad Company – Dangerous Age
Bad Company – Stories Told & Untold
John Fogerty – Déjà vu
Eric Burdon – Live in Hollywood (1977)
Lucifer Friends – Mind Exploding
Gnidrilog – Lady Lake (raro)

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Riff de 'Voodoo child' de Hendrix é eleito melhor de todos os tempos



Mais de cinco mil leitores participaram da escolha. Mais de cinco mil leitores participaram da escolha feita em site

De acordo com o site inglês Music Radar,o riff de guitarra de "Voodoo child", é o melhor da história. "Voodoo child" é um "indiscutível campeão dos pesos pesados da guitarra", disse Mike Goldsmith, editor do site. O som foi gravado por Jimi Hendrix há mais de 40 anos e faz parte do álbum ‘Electric Ladyland’, de 1968. "Sweet child o' mine", do Guns N' Roses, ficou em segundo lugar e "Whole lotta love", do Led Zeppelin em terceiro. Veja a lista completa:

1 - "Voodoo child", Jimi Hendrix
2 -
"Sweet child o' mine", Guns N' Roses
3 -
"Whole lotta love", Led Zeppelin
4 -
"Smoke on the water", Deep Purple
5 -
"Layla", Derek and the Dominos
6 -
"Back in black", AC/DC
7 -
"Enter sandman", Metallica
8 -
"Day tripper", The Beatles
9 -
"Smells like Teen Spirit", Nirvana
10 -
"(I can't get no) satisfaction", The Rolling Stones
11 -
"Paranoid", Black Sabbath
12 -
"Plug in baby", Muse
13 -
"Ain't talkin' 'bout love", Van Halen
14 -
"You really got me", The Kinks
15 -
"Seven nation army", The White Stripes
16 -
"Highway to hell", AC/DC
17 -
"Heartbreaker", Led Zeppelin
18 -
"Iron man", Black Sabbath
19 -
"Black dog", Led Zeppelin
20 -
"Beat it", Michael Jackson
21 -
"Paperback writer", The Beatles
22 -
"Purple haze", Jimi Hendrix
23 -
"Whole lotta Rosie", AC/DC
24 -
"Johnny B Goode", Chuck Berry
25 -
"Sad but true", Metallica
Fonte: Território Eldorado
E aí, concorda? Deixe um comentáro colocando os cinco melhores dessa lista, na sua opinião.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

A locomotiva feroz do AC/DC



O que seria do AC/DC sem o visual colegial britânico de Angus Young? O personagem central da banda gerou olhares curiosos no início da carreira quando aparecia com aquele terninho vermelho, de calça curta, bonezinho e botinhas com meias brancas. Esta é a imagem verdadeira e a mais original de uma das maiores bandas de rock de todos os tempo.

O essencial da banda sempre foi mantido durante toda a carreira, isto é, a simplicidade do som, sem muitas variações ou pirotecnias musicais que na maioria das vezes distoam o curso da carreira de uma grande banda de rock, principalmente, quando a carreira carrega consigo uma história de três de mais de décadas. O essencial para o AC/DC é tocar o simples, o básico mas sempre com sua verve marcante e contagiante. O rock para ser atraente não precisa ser difícil, ao contrário, precisa ser simples, e é essa simlicidade musical que torna o rock difícil; criar rock simples não é tarefa fácil, e nem para qualquer um.

O emblemático álbun Back In Black, indiscutivelmente, foi uma das maiores obras já produzidas por uma banda de rock na história do rock’n’roll. E curiosamente, não foi o primeiro,nem o segundo discos da banda. O que normalmente ocorre. Back In Black foi o nono álbum (1980) de uma banda que nasceu em 1975! E se prestarmos atenção na sonoridade de Back In Black percebemos facilmente a simplicidade das composições, de acordes simples, da marcação rítmica monótona do contra-baixo. De riffs de poucos acordes e solos curtos, porém incrivelmente melódicos. O talento da banda reside aí: na competência de compor canções simples que qualquer garoto poderia ser capaz de tocá-las sem grandes dificuldades.

O AC/DC formou-se em Sydney, Austrália em 1973 pelos irmãos Angus Young e Malcolm Young, embora eles sejam escoceses.

As variações de formação
AC/DC passou por várias mudanças de alinhamento antes de lançarem o seu primeiro álbum, High Voltage, em 1975. A formação manteve-se estável até o baixista Cliff Williams substituir Mark Evans em em 1977. Em 1979, a banda gravou outro álbum clássico do rock, Highway to Hell.

A banda sofre uma erorme baixa com a morte do vocalista e compositor Bon Scott falecido em 19 de fevereiro de 1980, devido ao abuso de álcool. O grupo considerou por algum tempo a separação, mas rapidamente o ex-vocalista do Geordie, Brian Johnson, foi selecionado para o lugar de Scott. Nesse mesmo ano, e sob esse trágico acontecimento, a banda lançaria simplesmente, Back In Black.

O próximo álbum da banda, For Those About to Rock, também teve excelente repercussão na cena roqueira e tornou-se o primeiro álbum de considerado heavy metal a atingir o 1º lugar nos nas paradas dos Estados Unidos. O AC/DC sofreu com a saída do baterista Phil Rudd, em 1983. A banda iniciou, a partir daí, uma contínua queda na popularidade e os álbuns seguintes não conseguiam atrair novos fãs e nem emplogar as vendas. Não repercutiam para isso. A banda, estagnada, continuava a vender os antigos álbuns, mas os novos caminhavam apenas para quem era fã, não despertando grandes interesses da mídia e da crítica.

Black Ice
Planos para um novo álbum foram anunciados em 2004, e a concretização disso deu-se em 2008, com o lançamento do álbum Black Ice. Embora as vendas tenham sido consideráveis, mais uma vez o AC/DC ofereceu um disco sem criatividade, produzindo mais do mesmo.

Marcas e Conquistas
O AC/DC já vendeu cerca de 200 milhões de cópias em todo o mundo, incluindo 71 milhões somente nos Estados Unidos. Back In Black, sozinho, já vendeu cerca de 43 milhões de cópias no mundo, do quais 22 nos Estados Unidos, fazendo dele o 2º álbum mais vendido de todos os tempos e o 5º mais vendido nos Estados Unidos. O AC/DC ficou em quarto na lista do canal VH1 dos "100 Maiores Artistas de Hard Rock" e banda foi considerada pela MTV a 7ª "Maior Banda de Heavy Metal de Todos os Tempos" e no ano de 2004, o AC/DC ficou em 72º na lista dos "100 Maiores Artistas de Todos os Tempos" feita pela revista Rolling Stone.

Curiosidades
Os irmãos Angus e Malcolm desenvolveram uma ideia para o nome da banda depois de ver as iniciais "AC/DC" na parte de trás de uma máquina de costura da irmã mais velha deles, Margaret Young. "AC/DC" é uma abreviação de "alternating current/direct current" (que em português significa "corrente alternada/corrente contínua).

O álbum High Voltage levou apenas 10 dias para ser gravado.

Em 1976, o AC/DC assinou contrato com a poderosa Atlantic Records e fez turnê por toda a Europa. De contrato com a Atlantic Record, eles passaram a abrir shows para várias bandas renomadas como Black Sabbath, Aerosmith, KISS, Blue Öyster Cult, entre outras.

O primeiro álbum do AC/DC que teve lançamento internacional foi uma compilação lançada em 1976 com faixas do disco High Voltage e do T.N.T. O álbum vendeu 3 milhões de cópias no mundo.


Em 1977 foi lançado o Álbum Let There Be Rock, e o baixista Mark Evans foi substituído por Cliff Williams. O
AC/DC foi uma grande influência para as bandas de New Ware of British Heavy Metal.


Em 2007, críticas notaram que AC/DC, juntamente com Thin Lizzy, UFO, Scorpions e Judas Priest estavam entre a segunda geração de estrelas do heavy metal mundial.


A primeira exibição do AC/DC nos Estados Unidos foi em Michigan, numa estação de rádio em 1977.

Em 1978, lançaram o álbum Powerage, marcando o primeiro álbum gravado com o baixista Cliff Williams.



O álbum Highway To Hell, lançado em 1979, foi o último com Bon Scott e foi o primeiro a entrar no TOP 100 americano, alcançando o 17º lugar.



Brian Johnson entra para a banda
Após a morte de Bon Scott, a banda estava pensando em desistir, no entanto, Scott teria desejado que o AC/DC continuasse. Vários vocalistas foram citados para substituir Scott, incluindo Buzz Shearman, ex-vocalista do Moxy e Terry Slesser, ex-vocalista do Back Street Crawler. Os membros do AC/DC finalmente decidiram que o novo vocalista seria Brian Johnson, ex-Geordie.


O AC/DC entrou no Rock and Roll Hall of Fame em março de 2003. Durante o discurso, Brian Johnson citou a música deles: Let There Be Rock.


Em 2005, uma atualização feitas no Estados Unidos apontou o número de álbuns vendidos pela banda nos nesse país: de 63 milhões para 69 milhões de cópia vendidas, fazendo do AC/DC a quinta banda que mais vendeu álbuns nos Estados Unidos, superando Madonna e Michael Jackson. O ábum Back In Black vendeu mais de 22 milhões de cópias, sendo o quinto álbum mais vendido da história do país.

A atual formação do AC/DC é composta por Brian Johnson (vocal), Angus Young (guitarra solo), Malcolm Young (guitarra base), Cliff Williams (baixo) e Phil Rudd (bateria).



Discografia
High Voltage
– 1975
T.N.T – 1975
Dirty Deeds Done Dirt Cheap - 1976
Let There Be Rock - 1977
Powerage - 1978
Highway to Hell - 1979
Black In Black - 1980
For Those About to Rock We Salute You - 1981
Flick of the Switch - 1983
Fly on the Wall - 1985
Who Made Who - 1986
Blow Up Your Video - 1988
The Razors Edge - 1990
Ballbreaker - 1995
Stiff Upper Lip - 2000
Black Ice - 2008

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Paul McCartney, o beatle mais importante da banda


Enquete realizada pelo blog da ART ROCK contatou que o beatle mais importante para a banda foi Paul McCartney, com 46% do total de votos.

Em segundo ficou John Lennon, com 30% dos votos. Lennon, no entanto, pode ser considerado o mais emblemático integrante da maior banda de todos os tempos. O criador de Imagine, uma das maiores canções da música internacional, assassinado por um fã, Lennon é lembrado pelo seu jeito singular de como “protestava” contra uma mundo injusto, cheio de regras e protocolos que tornavam (e tornam) a humanidade refém de suas próprias invenções e costumes.

George Harrison aparece com 15% dos votos e Ringo Starr com apenas 7%.

Quando se fala em Beatles, estamos falando da maior banda de rock de todos os tempos e, evidentemente, há muito o que se falar de cada integrante individualmente, além da própria banda como um todo.

Mas por enquanto, é a nossa enquete merece o destaque.