quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

De onde veio a ideia?

No filme A Hard Days Night existe uma cena logo no início em que os quatro Beatles estão disfarçados com barbas e bigodes, assim livrando-se da perseguição dos fãs na estação de trem. Todos os quatro Beatles se divertiram muito com a experiência que os fez perceber o poder da maquiagem. Paul, particularmente, pediu à equipe de maquiagem para lhe confeccionar um bigode postiço. Depois das excursões em 1966, ele resolveu fazer uma experiência; foi sozinho à França passar duas semanas, e, ainda no aeroporto, após passar pela alfândega, colocou um bigode postiço, penteou o cabelo para trás, passou vaselina, e colocou óculos com lentes de vidro sem grau.

Em Bordeaux, Paul encontrou-se com Mal Evans. Seguiram para a Espanha e depois para o Kenya, onde participaram de um safári. Voltando de Nairobi para Londres, no dia 19 de novembro, Paul vai mentalmente se preparando para voltar à vida de ser caça de fãs e da imprensa. Imerso nestes pensamentos, Paul imaginou os Beatles fingindo ser outra banda, podendo assim distanciar-se da imagem dos meninos de Liverpool, que o mundo ainda tinha deles. Pondera sobre as vantagens que haveria para a banda, estando livres para poderem experimentar e explorar estilos fora daquelas ligadas à imagem pública dos Beatles.
Durante o exercício de se enxergar com uma visão externa, este poderia ser o primeiro passo em direção a uma nova imagem. Não mais de meninos engraçadinhos, mas de homens e artistas já maduros. Este é o princípio original e embrionário, que evoluiria para o projeto que conhecemos hoje como Sgt. Peppers Lonely Hearts Club Band.

Como surgiu o nome Sgt. Peppers Lonely Hearts Club Band?
A segunda parte dos eventos que se seguiram refere-se ao nome. Como é que Paul surgiu com o nome Sgt. Pepper? Paul McCartney passaria a brincar com nomes, geralmente com Mal Evans e em certa ocasião, almoçando juntos, no lugar de saleiros o local oferecia pequenos pacotinhos de sal e pimenta, apropriadamente identificados respectivamente de "S" e "P". Evans teria brincado, dizendo algo como "O que são estas coisinhas? Oh! Sal e Pimenta" (Salt n' Pepper). Paul, brincando com o sotaque de sua terra, repete de primeira: "Sgt. Pepper". Segundo o próprio Paul McCartney, ele imediatamente associou Sgt. Pepper como um nome que poderia ser usado como um pseudônimo para os Beatles. Todo o resto do nome e concepção inicial do projeto começam a partir deste instante.

Em plena psicodelia, estavam nascendo bandas com nomes tão compridos quanto criativos, tais como Quicksilver Messenger Service ou Big Brother and the Holding Company. Paul sentia falta de uma extensão para emendar com Sgt. Pepper. Então ele pensou que um Lonely Hearts Club, que jamais teria uso para uma banda, seria um contraste interessante. Para se chegar ao Lonely Hearts Club, Paul se lembrou do clube que existia perto do ponto de ônibus em Penny Lane, em sua cidade natal. Um Lonely Hearts Club é um lugar que pessoas solteiras ou solitárias freqüentam para conhecer outras pessoas igualmente solitárias. Mal comparando, seria o equivalente às agências de casais que existem hoje em dia, porém, sem o mesmo tipo de organização ou tecnologia. Com o nome agora completo, Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band, Paul não demoraria a escrever a canção que seria gravada em primeiro de fevereiro.

Fonte: Whiplash.com.br – Reprodução Autorizada

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Rogers Waters revela seus traumas de garoto


Apesar da capa da revista, que trouxe os integrantes da “emblemática” banda Fresno, não ajudasse, a edição da Rolling Stone e dezembro pode ser considerada excelente. A revista trouxe uma matéria muito bem explorada sobre o nazismo no Brasil, mostrando imagens e depoimentos frutos da mais graduada pesquisa jornalística, o que revela que uma revista de entretenimento pode ir mais longe quando o assunto é jornalismo.

Mas a questão é que poucos comprar uma revista como a RS por causa dessas matérias. O que mais chama a atenção é a música. E nesse quesito a RS abordou temas atuais. A pedido da revista vários grandes nomes da rock internacional escreveram sobre John Lennon, entre eles Mick Jagger (Rolling Stones) e Pete Townshend (The Who). Vale muito a pena conferir, pois são depoimentos reveladores...

Para falar de Vida, livro biográfico recém- lançado de Keith Richards, a RS o entrevistou e produziu uma pequena mas curiosa matéria, onde foi possível extrair a seguinte frase de Richards.
“Quando me drogava, estava totalmente convencido de que meu corpo é meu templo, posso fazer o que quiser com ele e ninguém pode me dizer sim ou não.”

Mas onde a revista mais ganha pontos é na matéria com Roger Waters (ex-Pink Floyd?). A matéria vai direto ao coração do idealizador de The Wall e desvenda todos os monstros internalizados na cabeça do baixista mais famoso do rock progressivo. The Wall foi fruto dos traumas e das aflições de um garoto perturbado pela II Guerra e mais ainda pela morte do pai. Esta foi a essência da matéria. Não precisa ser nenhum mestre no assunto para se chegar a essa conclusão, mas ditas pelas palavras de Waters o conteúdo ganha outra dimensão. Vale à pena conferir tudo.

Para terminar. O ensaio fotográfico com David Jones é imperdível!

Leia a seguir, trecho da matéria: Reerguendo o Muro



Roger Waters está pronto para começar uma turnê na qual um muro de 11 metros de altura será erguido - todas as noites! - entre ele e seus fãs. E, neste momento, ninguém iria condená- lo se ele desejasse que a coisa fosse um pouco mais portátil. O ex-líder do Pink Floyd acaba de acomodar seu corpo magro de mais de 1,90 metro de altura em um carro alugado em Manhattan, Nova York, para ir até um restaurante em Midtown, e imediatamente fica claro que o motorista está emocionadíssimo por vê-lo. Waters se prepara. "Fui seu fã a vida inteira, cara", diz o motorista, um sujeito de meia-idade chamado Fred, com sotaque nova-iorquino bem carregado. "'Wish You Were Here' - eu estava viajando de mochila pela Europa quando me liguei nesse som. Fiquei, tipo: 'Este é o melhor disco de todos os tempos!'. Deve ser uma sensação incrível saber o impacto que você teve sobre a minha geração."

"Normalmente, ninguém sabe até o momento em que entra no carro [de alguém dessa geração]", Waters responde em seu tom britânico ríspido e afivela o cinto de segurança. Como sempre, é difícil ler seus olhos azuis gelados - que hoje combinam com o tom de cabelo grisalho, levemente comprido, e a barba professoral. Mas parece que ele está brincando. O fato de ele ter acabado de compartilhar uma garrafa excelente de Montrachet para comemorar o fim de um longo dia de trabalho deve ter ajudado. Depois de vir de carro para Nova York pela manhã, ele foi submetido a exercícios puxados para os bíceps, os tríceps e o abdome ("Quase me mata, mas preciso ficar um pouco mais forte"), cantou escalas com uma professora de voz que o está ajudando a recuperar as notas altas da juventude, fez reunião com um produtor para escolher as roupas de palco pretos (rejeitou um par de botas de couro porque era "muito Bruce [Springsteen]" e outro por ser "Pete Townshend demais") e passou horas em um estúdio, fazendo ajustes à iluminação e à animação digital.

Ele está trabalhando nesse ritmo desde janeiro, determinado a aperfeiçoar a primeira e verdadeira versão em forma de turnê daquela que ele considera como a obra que definiu sua carreira, The Wall - álbum de 1979 que vendeu 30 milhões de cópias e que conta a história de um alienado astro do rock chamado Pink (cuja biografia traz muitas semelhanças com a sua própria). O show original do Pink Floyd - com seus bonecos gigantes, gráficos sincronizados e aquele muro, construído tijolo por tijolo e depois derrubado no clímax do show - estabeleceu parâmetros para todos os espetáculos de rock que vieram depois, de Steel Wheels (Rolling Stones) a Zoo TV (U2). Mas só foi encenado em quatro cidades do mundo, com meses de intervalo entre cada bloco de apresentações. Não foi lançado nenhum filme das performances, então elas se transformaram em uma lenda da qual as pessoas só guardam uma vaga lembrança - tirando a animação surreal de Gerald Scarfe, que também aparece na versão cinematográfica da obra, uma versão roteirizada e lançada em 1982.

Todos os shows deram prejuízo - os ingressos custavam cerca de US$ 12 - e a banda estava desmoronando. "Eles estavam chegando ao ponto em que um não suportava mais olhar para a cara do outro", diz Mark Fisher, o arquiteto que construiu tanto a versão de 1980 quanto a de 2010 da turnê (e que também trabalhou no palco "a garra" da turnê 360° do U2). "Foi muito conveniente eles poderem declarar que a coisa toda era um abacaxi, que era cara demais e cair fora com essas desculpas." O diretor de iluminação, Marc Brickman, que também trabalha no show novo, foi chamado para o projeto logo antes do início das apresentações originais. "Era alucinante - eu fiquei sem palavras", diz Brickman. "Era como montar uma ópera dentro de um show de rock and roll. Em 1980, não dava nem para sonhar com aquele show." Para Waters, a ideia por trás da teatralidade de arena era simples: "Não dá para pedir às pessoas irem ao circo e só colocar pulgas no meio do picadeiro - é preciso exibir elefantes e tigres."

Com seu alcance e ambição explícitos, The Wall foi o último baluarte daquilo que as bandas do punk e da new wave chamariam de "rock de dinossauro da década de 70" - mas a turnê que está para começar é muito mais do que uma reencenação em estilo "Parque dos Dinossauros". Waters trouxe o show para a atualidade com mensagens políticas bem audíveis: antiguerra, antiopressão. A letra de "Mother", por exemplo, não mudou - mas o vídeo que a acompanha, com suas imagens de uma câmera de segurança que tudo vê, agora fala de um governo opressivo, e não de uma mãe superprotetora. "É basicamente o mesmo show, mas com significado mais amplo", diz Fisher. "Precisamos encarar o fato de que é uma coisa um sujeito na casa dos 30 anos cantar sobre o início de sua vida adulta, que naquele momento era uma espécie de eco da criação que ele teve. Mas é outra coisa continuar fazendo isso quando se chega à casa dos 60."

O show se beneficia de 30 anos de avanços tecnológicos, sendo que os mais notáveis estão no vídeo de ultra-alta definição projetado no muro durante todo o espetáculo. Waters diz sentir o peso da idade, e está bem certo de que está será sua última grande turnê. "É uma empreitada enorme, e eu não tinha certeza se seria capaz de fazer isto", ele diz, sem soar muito convincente: ele parece certo de que é capaz, sim. Enquanto o carro avança na direção norte, Fred abre o celular e começa a ler em voz alta mensagens de texto das filhas, até sugerirmos que ele espere até parar em um sinal vermelho para fazer isso ("Eu costumo dar bronca nos motoristas que ficam mandando mensagem de texto", Waters diz em tom suave). Acontece que uma das filhas de Fred tinha escutando The Wall na academia, naquele dia mesmo. "Obrigado por doutriná-las", diz Waters, que está começando a se sentir lisonjeado. "Veja bem: eles precisam de educação! Porra, eu estava completamente errado." [Alusão à frase mais célebre da música "Another Brick in The Wall (Part II) ": "They don't need no education"; eles não precisam de educação] Fred está mais que deliciado. "Eles não precisam de controle dos pensamentos, cara!". [Mais uma alusão: "They don't need thought control", no original] Ele faz uma pausa, e depois perde o pudor: "Como é mesmo o verso seguinte? 'Nada de sa...' Qual é a palavra? 'Sarcasmo'", Waters responde.

Você confere mais fotos e lê esta matéria na íntegra na edição 51, dezembro/2010

Amy Winehouse no Brasil

Cantora fará uma série de apresentações no país

Amy Winehouse está de malas prontas para o Brasil. Enquanto não chega, a cantora britânica se prepara para seus shows no país. O músico Heshima Thompson, que acompanha Amy em suas apresentações pelo mundo, publicou em Twitter uma foto da cantora ensaiando.

No post, Thompson escreveu: “Amy Winehouse no ensaio de hoje. Ótimo ensaio e sua voz soava maravilhosa. Mal posso esperar pelo Brasil”.

Amy Winehouse tem shows marcados no país neste mês, em Florianópolis (no dia 8), Rio de Janeiro (11), Recife (13) e São Paulo (15), durante o Summer Festival. De acordo com o site da cantora, uma segunda apresentação será realizada no dia 10 de janeiro, também no Rio.

SERVIÇO:
Summer Soul Festival
Atrações: Amy Winehouse, Janelle Monae e Mayer Howthorne

Quando: dia 15 de janeiro
Onde: Arena Anhembi (avenida Olavo Fontoura, 1.209 - Santana)
Quanto: de R$ 200 a R$ 500
Informações: 4003-1527

Fonte: Território Eldorado

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Rolou no sabadão


Sábado dia 04 rolou muita animação regada a cerveja e rock na ART ROCK. A galera compareceu em massa o que proporcionou um sábado discontraído e divertido. Além de aproveitar as ofertas de Natal que estamos promovendo - como fazemos todos os meses de dezembro - a turma aproveitou o calor para curtir a amizadee a descontração. Na foto, um "gole" dos personagens presentes.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Paul McCartney na Rolling Stone

A revista Rolling Stone brinda os fãs de Paul McCartney com esta edição, que traz entrevista exclusiva com o beatle. Uma edição para ler, reler e guardar como um documento. Abaixo publicamos um trecho da entrevista, juntamente com algumas fotos bem legais do astro inglês.




Como funciona a sua seleção de repertório para as turnês? Você tem mais de 50 anos de músicas para escolher. Certamente muita coisa fi ca de fora. Você sofre fazendo isso?
Não é ruim, é um processo meio interessante. Eu começo pensando: "Se eu fosse a esse show, o que eu gostaria de ouvir a banda tocar? O que eu gostaria de ouvir o Paul cantar?" Começo com essa lista, e há algumas canções que são meio óbvias. Eu provavelmente gostaria de ouvi-lo cantar "Let It Be"... Esse tipo de coisa. Então existe essa lista das que você não poderia deixar de fora. E aí surge uma segunda lista, de coisas novas que podemos fazer para surpreender a plateia, para manter as coisas frescas. Misturamos essas duas listas. E aí tem uma terceira lista, que tem as músicas que nós gostaríamos de tocar, sabe? Sem nos importarmos com o resto, as coisas das quais simplesmente gostamos. Juntamos tudo isso e ensaiamos todas as músicas que escolhemos, e às vezes os caras da banda dizem: "Oh, talvez devêssemos tentar esta aqui..." Todos podemos sugerir. Depois dos ensaios, vemos quais [músicas] ficaram melhores. Normalmente somos eu e o nosso cara dos teclados, Wix, que é o nosso DM, diretor musical. Na reta fi nal dos ensaios, nos sentamos e vemos qual será o set list e o escrevemos. No último dia de ensaio, tocamos esse repertório para que cada um saiba qual
guitarra [usar], para que os caras da técnica saibam o que está acontecendo. E é assim que fazemos!

Houve uma fase, no começo dos anos 70, quando você não tocava músicas dos Beatles com o Wings...
[Interrompendo] Sim, é verdade.
Como era tocar só músicas novas para um público que talvez estivesse esperando sucessos dos Beatles?
É, bem, foi... Foi muito bom porque determinamos essa regra, já que estávamos tentando estabelecer algo novo com o Wings. Eu queria, antes de tudo, fazer com que o Wings tivesse sucesso por mérito próprio. Eu não queria usar as músicas dos Beatles, queria que tivéssemos uma identidade particular. Depois que conseguimos isso, por volta de 1976, depois do Band on the Run, me senti mais confortável. Mas, sim, você percebia que a plateia gostaria que você tocasse músicas dos Beatles. Só que eu achei que essa seria uma saída fácil e não queríamos fazer isso com o Wings, então criamos a regra para, mais tarde, podermos começar a tocar faixas dos Beatles. Como já fi z isso [no passado], é muito libertador poder fazer o que eu quiser hoje, posso escolher qualquer música. Provei algo.

Por falar em tendências, parece que existe uma nova nas turnês: o Roger Waters está fazendo uma do The Wall (1979), os Rolling Stones já falaram sobre fazer uma do Exile on Main Street (1972). O que você acha disso? Faria algo do tipo?
Quer saber? Eu não me interesso por isso. Já me perguntaram se eu faria o Band on the Run. E eu toco muitas músicas dele, mas... Não sei, sinto que se eu tocasse só esse disco seria uma apresentação interessante, mas haveria tantas músicas que eu teria de deixar de fora e... Eu não gosto de colocar essa pressão em mim mesmo. Não é uma ideia que me interessa o bastante porque a acho um pouco restritiva. Gosto de poder escolher o que me der na telha, o que eu quiser tocar. Mas acho que faremos algumas coisas agora, com o relançamento de Band on the Run. Acho que tocaremos mais canções do disco. Só que a ideia de tocar só esse álbum... Não sei. Se os Stones tocassem só o Exile, seria uma noite divertida - mas eu provavelmente fi caria meio decepcionado por eles não tocarem "Honky Tonk Women" ou "Satisfaction". Sabe? Eu gostaria de ouvilos tocar essas músicas também.

Tenho uma teoria: se você quisesse, poderia passar o resto da vida sem ter de trabalhar, vendendo autógrafos. Com um por dia, você ganharia cerca de mil dólares a cada 24 horas. Seria só rabiscar um papel, simples assim. Não é um pensamento assustador?
Sim, pense em fazer apenas isso para o resto de sua vida. Quero dizer, como seria tedioso... Entendo o que você quer dizer, mas não dá para pensar assim. Isso passa pela sua cabeça uma vez, você pensa: "É, seria incrível". Mas na verdade não é algo que você gostaria de fazer. Eu amo a música! Música é o que me deixa feliz. Conheci alguém ontem que explicou isso muito bem, ela disse: "Eu não conseguiria respirar sem música". Achei muito legal, disse que entendia o que ela queria dizer. Acho isso muito verdadeiro e acho que muita gente sente isso. É algo mágico que os humanos desenvolveram, é muito especial para muita gente. É algo que cura. Uma das coisas de que mais gosto é quando me encontro com alguém e a pessoa me diz: "Eu estava doente e escutei a sua música, que me fez melhorar". Penso: "Uau! Que legal".

Bowie - A Biografia


Uma biografia do astro de rock/pop inglês David Bowie, desde sua infância até a recente (e aparente) aposentadoria. O livro acompanha toda sua trajetória, com sua participação no cinema e pinceladas da carreira de outros artistas que tiveram importância na história de Bowie ou foram por ele influenciados (como Lou Reed e Rolling Stones). Além da música e do contexto de cada uma das fases do artista, o livro traz detalhes da vida pessoal de Bowie, marcada pela bissexualidade, o vício em cocaína e problemas cardíacos.

Autor: Marc Spitz
448 páginas
Preço: R$ 49,90
Editora: Benvirá